sábado, 31 de dezembro de 2011
Não há mais tempo, caro amigo, 2011 já entrou nos acréscimos e o arbitro já leva o apito a boca. Foi um ano complicado, difícil, quase intragável, mas que são, aqui eu confesso, foi um ano em que sai no lucro. Conheci pessoas especiais, fiz amizades que eu nunca imaginei fazer com a idade e fobia social que eu tinha/tenho e ainda tive mais uma vez provas de amizade dos meus fiéis escudeiros que andaram lado-a-lado comigo por boa parte desses quase 24 anos. Foi um ano de paciência, um ano em que engoli sapos do tamanho de um caminhão, mas também um ano em que eu fui recompensado, de certa forma, mas fui. Sinceramente, eu não sei como termino esse ano, se feliz, ou triste, mas é fato que eu termino. Que 2012 seja melhor, sem decepções, sem muita espera, sem chateações... Venha 2012, te espero fervorosamente!
domingo, 11 de dezembro de 2011
Então funciona assim, como um tiro no saco, você tá no seu canto, pensando nas suas coisas, nos seus problemas, você está no seu momento mais intimo e então ele aparece: O chato. Chega dizendo suas verdades e seus pontos de vista sem ninguém perguntar, fala um monte de bobagem, emite opinião que não interessa a ninguém. E lá se foi a sua paciência para casa do caralho, ela e a sua paz de espirito. Então você dialoga, só para ter o prazer de desmoralizar o sujeito, afinal, tudo já está uma merda, sua noite foi pro caralho e nem por decreto pode melhorar. E ele, o chato, está sempre por aí, pode estar no bar, sentado a mesa ao lado, vai te encontrar na fila do banheiro e defecar pela boca, antes de se cagar , literalmente, ele pode estar naquela festa de família, onde você se isola para ninguém te incomodar, na verdade ele pode estar em qualquer lugar, uma geração de telespectadores do Zorra Total, achando que podem falar o que quiser e com quem quiser. E eu não acho a minima graça nisso, estou cansado das pessoas e das suas opiniões, dos seus pontos de vista e das suas malditas verdades pessoais que não me interessam de forma alguma. Por isso que eu gosto dos cachorros, eles lambem as suas bolas, se coçam e nunca, nunca mesmo, vão abrir a boca para dizer como eu deveria pensar.
Assinar:
Comentários (Atom)