segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Ferida que dói e não se sente...

Muitos poetas já tentaram descrever o amor, muitos letristas, muitas pessoas no geral... Mas o amor não é uma coisa só, ele tem suas faces, seus modos de agir, ele constrói em muito tempo e destrói muito fácil. O amor pode ser tanto aquela sensação de plenitude, que você se sente completo, como se nada pudesse lhe atingir, aquele prazer de estar vivo, de querer olhar só para o rosto da mesma pessoa o resto da vida, como se nada mais importasse a não ser estar com aquela pessoa abraçado ou pode ser aquela sensação de impotência, de não poder fazer nada, um isqueiro aceso com a chama na sua pele, uma dor, um desespero, uma vontade de gritar aos céus, de pular de um prédio, o olhar e não poder tocar... Ele tem suas faces, Renato Russo sempre disse, que se existe amor não deveria haver sofrimento, eu concordo, mas descobri que o amor tem suas faces, suas fases e seu próprio jeito de escolher as coisas. Descobri que muitos dizem que amam, mas na verdade nunca nem souberam o que é isso, descobri que falar é MUITO fácil, mas amar, se entregar de corpo e alma é difícil, é complicado... A gente aprende com a vida, sabe que amar é sempre um risco, ou você pode ganhar ou perder MUITO feio, mas eu sempre arrisco, porque vale a pena amar...

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