quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Ludibrio minhas memórias para não acabar em ti, sacaneio a minha mente, enfio goela a baixo que não posso pensar, fumo um cigarro, tomo uma cerveja, jogo um jogo qualquer, tento ocupar a mente. Mas os sonhos eu ainda não aprendi a controlar, mas eles nem me fazem tão mal assim. No fundo eu sabia que você iria me foder, não sei onde me perdi e comecei a acreditar que pudesse dar certo, bobagem, besteira. Você mesma sabe, linda, que paixão não acontece assim, foi só um recalque, só uma crise de posse, orgulho ferido, manja? Mas foi gostoso, podia ter durado um pouco mais, mas foi gostoso. Ainda lembro do teu cheiro e das tuas expressões de desejo, e aí eu penso: "Porra, o mundo é injusto mesmo!". Ah, e tem as poesias ainda, tão lindas, tão sinceras, que agora não valem uma quimera. Enquanto eu não aprender que ninguém se apaixona por palavras sinceras eu continuarei aqui, apenas com a lembrança dos cheiros e das expressões de desejo.
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